Sabe essas pessoas que dizem que você ou sei lá quem deveriam parar de fazer alguma coisa e ir ler um livro? Geralmente esse ‘alguma coisa’ é algo considerado fútil pela massa pseudo-intelectual, tipo assistir televisão, ouvir Rebolation, sei lá.
Eu acho que essas pessoas deveriam parar de mandar as pessoas irem ler livros e aproveitar esse tempo para lerem livros. Livros não resolvem todas as coisas – eles são ótimos, adoro livros. Mas em vez de ficarem mostrando como são intelectuais e maduras essas pessoas poderiam ler os livros elas mesmas, se elas gostam tanto de livros quanto parece. E assim, qual o problema de você conciliar a leitura de livros com outros afazeres? Eu não preciso não ver Big Brother pra ler um livro, essas coisas não são excludentes.
O mundo não é tão simples, as pessoas não são tão óbvias. Boa parte é muito igualzinha e faz a mesma coisa, mas você está sendo tão igual quanto as que criticam as pessoas iguais quando as critica – e portanto torna-se igual a elas. Acho que compreender que as pessoas tem nuances maiores e que o fato de ela assistir Big Brother não significa que ela não lê livros faz de você alguém que você mesmo admiraria, porque acho que é preciso ler muitos livros para concluir isso.
É claro que, como eu tô mandando as pessoas lerem livros, e criticando as que criticam, eu tô me encaixando exatamente dentro do grupo das pessoas de quem eu tô falando mal. Mas isso só prova meu ponto, não?
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais criou o game “Dengue Ville”, cuja fonte de inspiração ocorre no popular jogo do Facebook, o “FarmVille”. O “Dengue Ville”, entretanto, é voltado a outro site de relacionamentos: o Orkut, que é bastante popular no Brasil.
“Em ‘Dengue Ville’, sua casa e seu bairro estão infestados de focos de dengue. Para sobreviver neste jogo, é preciso estar sempre atento e eliminar toda água parada onde o mosquito possa se reproduzir. Convide seus amigos e entre nesta batalha”, afirma a apresentação do aplicativo. Leia +.
Mudanças no mercado: empresas começam a contratar mais pelas habilidades pessoais dos candidatos do que pela origem de seus diplomas
Se há algum tempo ostentar o nome de uma instituição tradicional no diploma era garantia de começar a carreira profissional em um bom emprego, atualmente a experiência dos gestores da área de recursos humanos mostra que, apesar de ainda ser levado em consideração, o local da graduação não tem mais tanto peso na hora de decidir por um candidato. Essa tendência é confirmada por uma pesquisa que mostra que, apesar da preferência declarada dos empregadores por funcionários oriundos de instituições de ensino superior tradicionais, não é isso o que acontece na prática.
De acordo com a pesquisa realizada pela Franceschini Análise de Mercado com 259 executivos de recursos humanos, 71% dos contratantes declaram preferência por alunos de escolas tradicionais. Apesar disso, apenas 15% dos jovens profissionais entrevistados se formaram em instituições consideradas de “primeira linha”. Em que pese a questão numérica, afinal os egressos das instituições “de grife” são em menor quantidade, o mercado de trabalho aponta que, apesar da preferência por “nome” num primeiro momento, está prestando mais atenção a características pessoais, como o empenho em desempanhar tarefas e a aceitação por cargos menores num primeiro momento, características nem sempre comuns entre os alunos de escolas de “grife”. Leia +.
O técnico Javier Cuesta definiu os jogadores que irão representar a Seleção Brasileira de handebol na disputa dos Jogos Sul-americanos, na Colômbia. O time passou os últimos dias treinando na cidade de Londrina. A delegação brasileira volta a se reunir no domingo à tarde, no ABC Paulista.
E, na segunda-feira, às 11h (de Brasília), a Seleção fará um jogo amistoso contra a Metodista/São Bernardo, no Ginásio Baetão, em São Bernardo. A viagem para a Colômbia está marcada para terça-feira. Leia +.
Já ouviu falar no P2PU – Peer 2 Peer University? Trata-se de um projeto de educação criado na Universidade da Califórnia que conta com participantes de vários lugares do mundo – como Holanda, Alemanha, EUA e, agora, Brasil – para disseminar conteúdo educacional gratuito através da internet.
Coordenado pelo holandês Philipp Schmidt, o projeto, que ainda está em fase piloto, oferece cursos online para pessoas de todo o mundo e, depois, disponibiliza o conteúdo das aulas para os demais internautas. Todos os cursos acontecem ao mesmo tempo, em rodadas. Leia +.
Qual é a melhor forma de manter bons rendimentos após décadas de trabalho, sem ser obrigado a viver apenas com os valores provenientes do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social)? Uma alternativa é a previdência privada, uma espécie de plano de aposentadoria que complementa a previdência pública.
O mestre e professor de Direito Previdenciário e Direito do Trabalho da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), Thiago Chohfi, explicou que o plano de previdência privada é constituído por um sistema de capitalização individual, no qual o titular poupa um pouco a cada período — durante muito tempo — para usufruir do total depositado apenas no futuro. Leia +.
Há um mês mais ou menos eu tava em casa de bobeira no sábado a tarde. Geralmente de sábado a tarde eu tô andando de skate, que eu sou muito radical, mas nesse dia se não me engano tava chovendo. E eu assisti àquele fabuloso programa Estrelas, em que a Angélica bate papo com artistas como se eles estivessem tomando café, assim, com a câmera ligada, sabe?
A convidada desse dia foi a Daniele Winits e seu marido, Cássio Reis. Os dois tavam contando pra Angélica como se conheceram e se apaixonaram. Foi tudo muito bonito, declarações de amor pra lá, olho cheio de lágrima pra cá. Até a Angélica ficou sem graça com o quão melosos eles tavam e fez piada disso. ‘Que bonito’, eu pensei. ‘Vai ver tem casamento de celebridade que dá certo, né?’
FAIL. DOUBLE FAIL, na verdade: esse Jonatas Faro era um Chiquitito. Nada contra os Chiquititos, mas o Cássio deve estar meio deprimido de ter sido trocado por um.
- Destaque da semana:
Professores e técnicos da Metô participaram de teste que o Fantástico fez para detectar a presença de bactérias nas bolsas femininas.