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Clique-clique nervoso

Clique é bom, Mas nem sempre uma baixa taxa de cliques é mau resultado. E vice-versa.
Usamos esta métrica há tanto tempo e dentre todas as que temos hoje (e que são várias), ela ainda persiste. Acho que levou tanto tempo para o mercado, envolvendo agências e anunciantes, entenderem bem o que era, que ela ficou.

Ganhou espaço nos nossos corações e por mais que falemos em engagement, tempo de navegação no site ou na campanha, interações, leads gerados para o site (diretos são aqueles através da campanha e indiretos são aqueles gerados pelo acesso posterior à URL), usuários únicos impactados, freqüência, visibilidade, ufa! Ainda temos o persistente click, ou clique, com seu nome de família completo: click-through-rate.

Acabamos de analisar uma campanha em um grande portal, de todas as formas acima citadas, sem deixar o clique de lado, claro, e chegamos a uma grande conclusão: quando aplicamos o Behavioral Target aumentamos a performance dos resultados em 15%. Sim, otimizamos uma campanha quando aplicamos este conceito, ou seja, entendendo o percurso do usuário e seu comportamento. Aí uma nova métrica, além do clique. Leia +.

trecho de O amor ao clique, texto de Cris Rother no Websinder.

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