Reservado
By Sergio on set 26, 2009 in letras & artes
Tudo o que encontrei
na minha longa descida,
montanhas, povoados,
caieiras, viveiros, olarias,
mesmo esses pés de cana
que tão iguais me pareciam,
tudo levava um nome
com que poder ser conhecido.
A não ser esta gente
que pelos mangues habita:
eles são gente apenas
sem nenhum nome que os distinga;
que os distinga da morte
que aqui é anônima e seguida.
São como ondas de mar,
uma só onda, e sucessiva.
João Cabral de Melo Neto, O rio
Foi namorar, perdeu o lugar.
É assim que os pequenos explicam sua lógica de “revezamento”, por assim dizer, em situações como parques com mais crianças do que brinquedos. Leia +.
Danilo Maeda, no blog considerações descartáveis.











