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Tradicional ou solidário?

Trote tradicional em universidade faz vítima e prática é questionada. Trote solidário é aprovado

agredido260.JPGCalouro de veterinária é agredido na Unicastelo, em Fernandópolis

Quando se pensa em trote, há pelo menos dois pontos de vista divergentes. De um lado, a instituição de ensino, que tenta proibir o trote. Do outro, os estudantes, estes querendo festa, bagunça e formalizar contatos acadêmicos para uma ajuda futura.
Mas e quando o trote realizado pelos estudantes dá espaço à barbárie? Não adianta, quando um homem é só um pouco animal e se junta com outros tantos da mesma raça, se torna um animal ao quadrado.

A partir daí, o que era para ser festa se torna um problema para os estudantes agredidos, para a instituição e para os que fizeram as agressões. Como não poderia deixar de ser, a temporada de imbecilidades começou por Fernandópolis, interior de São Paulo.

Pego dentro das dependências da universidade Unicastelo, um bixo de veterinária tomou tapas na cara de veteranos do 5º ano, teve suas roupas rasgadas e, para piorar, foi obrigado a tomar álcool combustível. Um dano físico e psicológico sem dimensões. Leia +.

Vinícius Ruiz, no Salseiro.

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  1. From Alunos da Metô | fev 3, 2010
  2. From Lemos, George = eu. | fev 3, 2010
  3. From Irla Suellen Costa | fev 3, 2010

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