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Colegas e cartunistas lamentam a morte de Glauco

O assassinato do cartunista Glauco Villas-Boas, que desde os anos 70 ajudou a mudar a cara do humor no Brasil, causou tristeza e indignação em muitos colegas de profissão e admiradores do seu trabalho.

O cartunista gaúcho Adão Iturrusgarai lembra que conheceu Glauco quando veio para São Paulo, por volta de 1993. Na ocasião, participou do projeto Los 3 Amigos, um projeto de Glauco, Angeli e Laerte. “Eu era o quarto amigo”, brinca o artista. “Nas reuniões, o Glauco era meio ‘faltão’, mas o talento dele era tão bacana que cinco minutos com ele valiam por 24 horas”, relembra.

O cartunista Camilo Raini, colaborador da VEJA e professor da Universidade Metodista de Piracicaba, também relembra o papel de Glauco na época da ditadura militar. “A trajetória dele na época da censura foi um divisor de águas. Ele fazia um humor mais ácido e muito engraçado”, diz. “A atuação dele como chargista foi algo fantástico, e depois, como quadrinista, ele criou um estilo de personagens completamente fora dos padrõesLeia +.

fonte: Veja

charge do Marco Oliveira. veja + homenagens.

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