Redes Sociais. Quem está ileso?
By Sergio on mai 24, 2010 in mídias digitais, negócios & tecnologia
No último dia 13, fomos à I Jornada Metodista de Relações Públicas, onde participamos do workshop sobre Instrumentos Virtuais para a Comunicação das Organizações. Todo o workshop foi focado nas redes sociais e na forma como as organizações podem utilizá-las para se comunicar com seus públicos.
Estamos vivendo em um momento aparentemente revolucionário; tudo está em transformação. Logo, as organizações estão mudando suas maneiras de se comunicar com seus públicos. E as redes sociais são fundamentais para este processo.
Tudo começa com o surgimento da internet, que vem como forma de integração rápida e interatividade intensa.
Podemos dizer que a internet tem influências originadas:
Do Movimento Hippie. Origina-se da idéia de que somos todos amigos e que todos podemos nos comunicar.
Do Punk. Parte da expressão “Do it yourself”; pessoas fazem as coisas por conta própria.
Dos Nerds. Criam novas tecnologias, desenvolvem coisas inovadoras.
Na internet não há limite entre o público e o privado, e as empresas que participam das redes sociais não estão ilesas a isso. As organizações que participam dessas redes precisam estar preparadas e ser maduras para utilizá-las.
Podemos citar como exemplo a Nestlé, que não soube como agir com seu público online.
Segundo a revista Época Negócios deste mês, a Nestlé começou a receber críticas em sua página no Facebook depois que o Greenpeace divulgou o video “Have a break?”, revelando pratícas de desmatamento, quando de forma incisiva, a empresa de alimentos tentou fazer com essas críticas parassem. Então, em resposta a essa “ordem”, surgiu o seguinte comentário de um dos internautas: “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” (sic) E a empresa respondeu: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. (sic)
Vemos então, que, cada vez mais, um planejamento detalhado e profissionais especializados são necessários para as organizações evitarem situações perigosas inerentes às redes sociais. As ferramentas e instrumentos virtuais para a comunicação nas organizações não podem ser utilizados de qualquer forma; ações específicas para esses canais de relacionamento são essenciais para que se tenha eficácia e se chegue ao resultado esperado. E não o contrário.
Aline Derenzi e Bruna Calandro, no A Bordo da Comunicação















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