Web o quê? Humanidade 4.0?
By Sergio on jun 3, 2010 in jornalismo & comunicação
Quando a cibercultura se transformou em ciberespacial.
Seguindo minha saga de posts referentes às revistas que encontrei onde trabalho, aqui vai um que encontrei também na revista Repensadores, mas este agora é do nosso parceiro Gil Giardelli.
Ele comenta que podemos chamar essa substituição da era da informação para a era de participação, como quiser, Web 2.0, 3.0, Webflex; que essa substituição é feita por nós mesmos; que é indiferente o nome que damos, pois daqui a pouco tudo vira “alguma coisa x.0”.
Anteriormente, fazíamos a seguinte pergunta: o que a tecnologia poderia fazer pelas pessoas? Mas, agora, com o avanço tecnológico e as mudanças na humanidade, temos que mudar a pergunta para: o que as pessoas podem fazer pela tecnologia?
Essas mudanças na humanidade fazem com que ela sofra uma ruptura, surge um novo poder, uma nova força de trabalho, novos pensamentos, nova competição, novos modelos de negócios, novos estilos de vida, novas possibilidades, novas audiências, novos mercados, enfim, essa é a Humanidade 4.0.
Para Gil Giardelli, primeiramente vivenciamos a Humanidade 1.0, a agrícola, depois foi a Humanidade 2.0, a industrial, passamos pela Humanidade 3.0, a tecnológica, e agora estamos sujeitos à Humanidade 4.0.
Nessa nova Humanidade quem manda são os 4 C’s: o Conteúdo, a Comunidade, o e-Commerce e o Compartilhar. Não é apenas criar vídeos, artigos e comentários. E sim construir uma nova sociedade dos sonhos, com uma nova economia criativa, com consumo consciente e capitalismo solidário (as famosas sustentabilidade e a responsabilidade social).
Na verdade, não é nada de muito novo. É a revisão histórica dos gênios de nosso passado, pois podemos reler a antítese do egoísmo de Adam Smith em Slideshare.net, reaprender a obra de Maquiavel em Flickr.com, reler o amor e a poesia de Marcel Proust em Librarythings.com.
Mas, o que acontece hoje em dia, é que nós, indivíduos digitais, somos os responsáveis por modelar essa nova Humanidade, utilizando um software chamado “sabedoria das multidões”.
Com isso, esbarramos na filosofia de Jean Paul Sartre, que escreveu que “as pessoas leem porque um dia desejam escrever”, e na filosofia de Sócrates, que pregava a união dos povos, mobilizando pessoas em prol de algo. Assim, inventamos os blogs (como o A Bordo) – e é criado 1,5 por segundo! Leia +.
Daniele Pedace, no A Bordo da Comunicação













