Copa do Mundo – paixão e negócios
By Sergio on jun 21, 2010 in negócios & tecnologia
Não sei quantos de vocês viram o comercial da ESPN para a Copa do Mundo, mas, em 60 segundos, Bono Vox transmite a seguinte mensagem:
“It’s not about politics or religion or the economy.
It’s not about borders, history, trade, oil, water, gas, mineral rights, human rights, or animal rights.
It’s not about global warming, global pandemics, globalization, GDP, NATO, or Kyoto.
It’s not about elections or sanctions, proliferations, he said, she said, my land, your land, no man’s land.
It’s not about the stock market, black market, orange alerts, green homes, hope, change, fear or loathing.
It’s not about Communism, Socialism, or Capitalism, war or peace, love or hate.
This is about the one month every four years when we all agree on one thing: 32 nations, one world watching 2010 FIFA World Cup.”
Livre tradução:
“Não é sobre política ou religião ou a economia. Não se trata de fronteiras, história, comércio, petróleo, água, gás, direitos minerais, direitos humanos, ou dos direitos dos animais.
Não é sobre o aquecimento global, as pandemias mundiais, a globalização, o PIB, a OTAN, ou Kyoto.
Não se trata de eleições ou sanções, proliferações, ele disse, ela disse, a minha terra, sua terra, terra de ninguém.
Não é sobre o mercado acionário, mercado negro, alerta-laranja, esperança, mudança, medo ou repugnância.
Não é sobre o comunismo, socialismo ou capitalismo, guerra ou paz, amor ou ódio.
Trata-se de um mês a cada quatro anos, quando todos concordam em uma coisa: 32 nações, um mundo assistindo à Copa do Mundo FIFA 2010″.
15/06/2010 – Brasil X Coreia do Norte
A cidade de São Paulo simplesmente parou, nosso horário de pico mudou para as 14hrs, o metrô estava insuportável, as pessoas estavam correndo nas ruas para chegar a tempo do jogo; parecia que um Tsunami estava vindo. Já às 15h30, você não via uma única alma na rua.
Durante um mês estaremos envolvidos por uma única causa, mas temos que lembrar que a fome ou AIDS na África não acabaram. Por mais fanática que eu seja por futebol, é preciso aceitar o fato que esse esporte ocupa proporções gigantescas. Isso pode ser algo bom ou ruim; depende de como nós, comunicadores, iremos utilizar.
Concordo com Bono; todos nós estamos afetados por uma síndrome chamada Copa do Mundo, verde e amarelo estão por todos os lugares, deixamos todos nossos problemas para segundo plano, durante 90 minutos o que importa é o que acontece dentro daquele gramado. Por isso que os direitos de arena têm valores exorbitantes. Mas quero alertar a todos que, daqui a quatro anos, iremos receber um dos maiores eventos do mundo. Temos que ter em mente exatamente como e o que queremos transmitir. Todas as empresas terão espaço se elas forem inteligentes.
20/06/2010 – Brasil X Costa do Marfim
Acredito que os bares tiveram um lucro sem limite; proporcionar momentos únicos não tem preço, mas o seu retorno tem. Digo isso porque quando se trata de esporte, você começa a falar de atributos; você nunca assistirá a um jogo em um lugar que você não se sente bem, por isso os gerentes têm 90 minutos para te conquistar. Leia +.
Jéssica Lima, no A Bordo da Comunicação













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