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Desenvolvimento do processo criativo

Eu já havia desistido da pós-graduação, até que recebo um e-mail da coordenação informando uma alteração no calendário. Naquele final de semana teríamos o módulo “Desenvolvimento do processo criativo”. No mesmo instante decidi continuar a especialização e fui à aula cheia de expectativas.

É comum associar a criatividade a determinadas profissões. Publicitários, comunicadores, profissionais de marketing, pesquisadores, cientistas, escritores geralmente são os chamados criativos. No entanto, todas as pessoas possuem a capacidade de criar; o importante é querer criar e desenvolver essa habilidade.

Nossa colega Natalya Nunes já apresentou sobre este tema aqui no A Bordo, mas quero trazer um enfoque diferente: como e qual a importância de desenvolver o processo criativo?

O cérebro possui dois hemisférios, o esquerdo e o direito. O primeiro é responsável pelas associações, pensamentos e ações lógicas, concretas, baseadas na ciência e na razão. Já o direito é intuitivo e emocional – muitas vezes é este hemisfério que traz à tona o insight criativo. Neste contexto, também é comum dizer que os homens têm o esquerdo mais desenvolvido, enquanto as mulheres possuem o direito mais aguçado. Entretanto, ainda que um seja mais desenvolvido que o outro nestes dois gêneros, ambos precisam caminhar juntos para que o processo criativo seja um ciclo completo.

O processo criativo inicia-se no momento em que se percebe uma situação problemática, etapa que se chama apreensão. Identificado o problema, é preciso preparar o campo e buscar dados, informações e conhecimento relacionados à situação. Vale ressaltar que a base da criatividade é o saber; conhecimento é a mola propulsora para esta habilidade. Leia +.

Livia Brito, no A Bordo da Comunicação

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  1. From Thiérri Parmigiani | jul 12, 2010

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