Chefe x Funcionário – Uma relação de amor e ódio
By Sergio on jul 16, 2010 in negócios & tecnologia
Uma relação de amor e ódio. Por que digo isso? Em um dia seu chefe é bacana, aumentou seu salário; no outro ele é um infeliz, um mal educado, só pensa nele e bla bla… Enfim, vamos à situação.
Numa empresa que se preze e que tem um líder – seja ele o próprio dono da empresa ou não –, esse líder tem que ao menos demonstrar respeito e ser respeitado. O que não vem acontecendo com algumas empresas. Diretores, gerentes e outros superiores estão se achando a última bolacha do pacote; não respeitam mais seus funcionários.
É certo que existe uma regrinha chamada “hierarquia”; considerável desde que haja respeito.
Ainda que você seja o dono da empresa, por favor, respeite seu funcionário. Ele está lá para colocar sua empresa para frente; a era da escravidão acabou.
Hoje, um funcionário de uma empresa pode ser citado como um colaborador, pois ele sai da casa dele todos os dias, faça chuva ou faça sol, para ajudar uma empresa a gerar receitas. No entanto, se ele não for tratado com respeito e o mínimo de reconhecimento, a primeira atitude dele, provavelmente, será trabalhar de forma reduzida, a ponto de ter um atraso nos serviços, comprometendo a qualidade. Logo, esse colaborador será mandado embora e você terá um desfalque em sua equipe.
Mas, porque tudo isso aconteceu? De quem foi a culpa? Será que foi do funcionário? A resposta parece óbvia e clara; foi do senhor seu Diretor ou Gerente.
Não é porque o funcionário (ou colaborador) ganha para prestar determinado serviço para uma empresa, que ele é obrigado a ouvir seu patrão, líder ou chefe gritando, o maltratando ou até mesmo o xingando. O mercado de trabalho é vasto, e se hoje ele está ganhando “x” em certa empresa, de repente, por simples ato impensado de ignorância, pode ir para o concorrente, ganhar o mesmo ou pouco mais, sendo que pode ter saído de tal empresa a qual poderia ajudar a prosperar, colocando em prática seus talentos e potenciais. Por isso, é preciso que superiores prestem atenção em seus atos, que não sejam negligentes e intransigentes, que tratem bem seus funcionários, agindo com respeito, para que, com o auxílio do fator humano, sua empresa trilhe o caminho do sucesso.
Com essa tônica, reproduzo texto de autor não identificado, que recebi por e-mail do meu amigo Newton Alexandria:
Na sala de reunião de uma multinacional, o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um, ameaça: “ninguém é insubstituível.”
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham. Alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente, um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
– Alguma pergunta?
– Tenho sim. E Beethoven?
– Como? – o encara o diretor confuso.
– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio… Leia +.
Anderson Villela, no A Bordo da Comunicação













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