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O Código Verde »

Expert diz que conjunto de regras deve ser melhor analisado

O que parece ser a reformulação do Código Florestal Brasileiro, após longos 45 anos da versão original, pode se transformar num pesadelo se for aprovado nos moldes em que está sendo delineado, no Congresso Nacional.

Palavra de quem entende do assunto, como poucos, e com excelência: professor do curso de Direito Ambiental ministrado pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), Paulo Affonso Leme Machado, autor de de diversos livros, entre os quais a 18ª edição de “Direito Ambiental Brasileiro”, obra que se transformou em referência no tema. São 1.176 páginas.

Segundo Leme Machado, a movimentação em torno do novo Código Florestal é legítima sob o ponto de vista da atualização, mas não encontra amparo para tornar o compilado mais justo, democrático e exemplo para outros países. Leia +.

Luciana Carnevale, na Gazeta de Piracicaba.

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Para escrever bem, derrube mitos da comunicação »

Se é possível gerenciar tempo, finanças e até mesmo relações pessoais, também é possível gerenciar sua escrita e o modo como você a apresenta. Dentro ou fora da empresa, você é o que você escreve.

De onde vem, afinal, nossa extraordinária dificuldade de modificar certas posturas e modos de pensar quando o assunto é escrever?

E olhe que não faltam exemplos e provas incontestes da necessidade de se quebrar velhos mitos. A terceira onda, idealizada por Alvin Toffler, já chegou. A sociedade da informação e do conhecimento é uma realidade econômica; se não nos prepararmos adequadamente, seremos sufocados pelo tsunami de informações.

Primeiro mito: escrever muito é escrever bem.

Ao longo de mais de três séculos, fomos colônia de exploração e, desde então, temos vivido em uma sociedade predominantemente agrária. Por aqui, a industrialização é ainda recente e se limita a poucas regiões do país.

A natureza de nossa formação econômica conduziu-nos ao absoluto desprestígio das letras e à extrema pobreza intelectual. Nesse contexto, saber escrever se tornou privilégio de poucos e escrever muito, fator de distinção social.

Por mais que se tente mostrar as virtudes da objetividade e da concisão, o mito demonstra sua força e permanentemente se renova.

Das teses acadêmicas à comunicação corporativa, somos tentados a aumentar o tamanho de nossos textos, mesmo cientes de que essas esticadas certamente comprometerão a qualidade da informação.

A culpa, propriamente, não nos cabe. Na escola, ensinaram-nos a dourar a pílula: “acho que fui bem na prova, escrevi pra caramba”. E nas empresas somos permanentemente instados a esticar cada vez mais os relatórios, por exemplo.

Ocorre que a massa de informações aumentou substancialmente e o tempo se tornou a matéria-prima mais escassa do mercado.

Posso enviar para você agora cinco arquivos, cada um com mais de 100 páginas. Basta um simples clicar do mouse.

Só que seu cérebro não é uma máquina capaz de, em escassos segundos, processar mais de 500 páginas de texto, separar o trigo do joio, refletir sobre o que foi lido e partir para a ação.

Como é impossível acompanhar a velocidade da máquina, a frustração se torna inevitável. Leia +.

fonte: Webinsider

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Metô no Fantástico »

Bolsas das mulheres podem carregar milhares de bactérias

Qual mulher que não desgruda da bolsa? “Eu adoro bolsa”, reconhece uma jovem. “Não posso sair sem uma bolsa”, diz uma mulher. “Bolsa é essencial”, afirma outra.

A bolsa acaba passando por vários lugares. É por isso que o Fantástico decidiu fazer um teste. Instalamos uma microcâmera em algumas bolsas para mostrar, em detalhes, por onde elas andam: pelo ônibus, praça de alimentação, bancos de rua.

Nós chamamos um laboratório de análises clínicas para testar as bolsas. Será que elas carregam bichos invisíveis? Leia +.

O Laboratório de Microbiologia da Faculdade de Saúde da Metodista, a prof. Marta Cristina Souza e o prof. Leandro Ribeiro participaram da reportagem que o Fantástico passou na noite de ontem (7/3).

Para realizar a matéria, os professores acompanharam a repórter para coletar amostras nas ruas de São Bernardo e em um shopping em Diadema. O material colhido foi levado ao laboratório de Microbiologia da Instituição, no Campus Planalto, e submetido ao padrão de testes que os professores julgaram necessário.

fontes: G1 e Portal Metodista

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É coisa nossa (21) »

A filha do presidente

Lurian Cordeiro Lula da Silva, tem 35 anos e completa 36 nesta segunda-feira, 8 de março, Dia da Mulher. Luri, como é chamada pelos amigos e familiares, é filha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Miriam Cordeiro.

Formada em comunicação social – jornalismo, pela Universidade Metodista de São Paulo, hoje, ela atua como secretária de Assistência Social em São José, na Grande Florianópolis. “Sempre me engajei em projetos dos menos favorecidos, de pessoas à margem da sociedade. Por isso, quando fui convidada para o cargo, não hesitei nem um pouco. Aprendi muita coisa na secretaria. Está sendo muito bom”, diz.

Receita de bem-estar

“Rir, rezar, amar, se doar.”

Pensamento

“Tem um texto do padre Fábio de Melo que eu adoro e uso uma das frases como exemplo para mim e para muitos. Até coloquei no meu MSN. Diz assim: ‘Durante muito tempo, eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas, hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa (a não ser que sejam pessoas que me amam), porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.”

Não fico sem

“Meu tau de São Francisco de Assis, porque ele me protege. Está sempre no meu peito. O tau é um colar que tem a letra T, e no cordão tem três nós que representam os três votos de São Francisco: pobreza, obediência e castidade.”

“Minha Bíblia na cabeceira da cama, na qual sempre busco uma palavra de Deus na hora de dormir.” Leia +.

fonte: A Notícia

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O Globo recusou anúncio do movimento negro »

Prezado Sr. Luis Erlanger:

sou jornalista e professor do programa de pós-graduação e da graduação na Faculdade de Comunicação da Universidde Federal da Bahia. Fiz meus doutorado e mestrado em Ciências da Comunicação na USP, com estágios na NYU (Nova York) e pós-doutorado na Freie Universität Berlin, na Alemanha.

Por intermédio de uma agência de publicidade parceira, a Propeg, estamos tentando comprar espaço de uma página do jornal O Globo para publicar a peça criada pela mesma Propeg. Apesar de estarmos disposto a pagar, qual não tem sido até este momento a nossa surpresa diante do que aqui vai exposto. A agência tinha negociado, até quinta passada, a publicação com desconto para a ONG Omi-Dùdú. A tabela com desconto de O Globo fixou o valor da publicação em R$ 54.163,20.

Na sexta, ao analisar o material, que nada menciona sobre a mídia, o comercial de O Globo informou à agência que o texto é “expressão de opinião”. Por isso, teria de cobrar a “tabela cheia”, elevando aquele valor em 1.000%, para R$ 548.174,00 !!! Ou seja, quer cobrar mais de meio milhão de reais para que a sociedade civil tenha o direito de se manifestar sobre o debate que começa amanhã no Supremo Tribunal Federal! Leia +.

Fernando Conceição, no blog do Luis Nassif.

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Noite ao relento para visitar o amado »

A rotina de centenas de mulheres muda quando se aproxima o fim de semana. Normalmente na sexta-feira pela manhã, elas começam a preparar diversos pratos de comidas e doces preferidos de seus amados em suas casas. Ao ficarem prontos, cortam e guardam tudo em vasilhas transparentes colocadas em grandes sacolas de plásticos. Fora os alimentos, também são separadas garrafas de refrigerantes, cigarros, sabonetes, creme dental e mais uma série de outras coisas.

Elas saem, na maioria das vezes, de bairros periféricos da Capital e do Grande ABC no começo da noite da sexta-feira. Chegam a encarar horas de viagem. Depois, uma noite ao relento, sob chuva e vento, em locais infestados por ratos, baratas e outros insetos. Tudo isso para verem seus maridos, namorados e amores que estão presos nos CDPs (Centro de Detenção Provisória) de Diadema, Mauá, Santo André e São Bernardo.

O Diário acompanhou durante uma madrugada a vida dessas mulheres na frentes dos CDPs da região. O impressionante foi a rapidez com que os presos ficaram sabendo da presença da reportagem nos locais. Em poucos minutos de entrevistas, os celulares das mulheres começavam a tocar e dava para ouvir elas explicando que era “o pessoal do jornal”. As filas começam a se formar na tarde de sexta-feira.

Segundo a professora de psicologia Angélica Capelari, da Universidade Metodista, essas mulheres se submetem a este tipo de situação por causa de dois sentimentos: o amor e a gratidão. “Essa é uma forma de manter o que tinha antes da prisão, mesmo sem a liberdade deles. Elas estão fazendo certo sacrifício. Mas essa é a realidade delas e tem que enfrentar”, completa Angélica. Leia +.

Willian Novaes, no Diário do Grande ABC.

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Cuidadores de idosos »

A população está envelhecendo e atualmente a rotina das famílias muitas vezes impede que um filho ou um parente possa se dedicar a cuidar do idoso. Como necessitam de auxílio, essas pessoas contam com os cuidadores, que devem ser qualificados. Preparar esse profissional é o objetivo do curso oferecido pelo Nutricentro da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).

As aulas ensinam práticas e técnicas para lidar com essas pessoas, que no final da vida, por tudo que contribuíram com sua família e com a sociedade, merecem um tratamento adequado. Leia +.

fonte: Gazeta de Piracicaba

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Educação financeira infantil »

Numa época em que o consumismo é estimulado através dos diferentes meios de comunicação e o “ter” faz parte do cotidiano das crianças é impossível deixar de acompanhar as consequências relacionadas aos excessos destas ações originando a obesidade infantil, a erotização precoce, a agressividade, os vícios, os maus hábitos dentre tantas.

A criança é um consumidor em desenvolvimento e os pais e professores precisam se preocupar com as orientações dadas para que se torne um adulto consumidor consciente.

A Educação Financeira já integra o currículo de algumas escolas, pois, segundo estatísticas a criança influencia 80% das decisões de compra da sua família. Ela opina na compra do carro, dos eletrodomésticos, do supermercado, das roupas e assim por diante. A televisão é um forte veículo de estímulo ao consumo, ainda mais em razão de a criança passar em média quatro horas e 50 minutos por dia (IBOPE 2007) assistindo a programação televisiva, mas não é o único, pois os produtos que utilizam como chamada os personagens famosos e super-heróis estão entre os demais.

Maurício de Souza foi um dos que aceitou este novo desafio e agora no dia 13 de março lança a revista “Turma da Mônica em Superendividados” também em comemoração aos 20 anos do Código do Consumidor com parceria com a Universidade Metodista de São Paulo entre outras.

fonte: Itu.com.br

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Núcleo de Artes promove Exposição A7 do ABC »

O Núcleo de Artes da Universidade Metodista de São Paulo promove em março, no hall da biblioteca Central do Campus Rudge Ramos, do dia 08 de março até 19 de março, a exposição A7, que mostra o trabalho de sete mulheres que têm em comum a resistência de viver a arte em seus cotidianos, independente de suas características formais. A entrada é franca.

A exposição é uma amostra mista de diferentes linguagens sendo: aquarela, fotografia, gravura, grafitti, objeto e pintura. A proposta desta amostra que terá sua abertura no Dia Internacional da Mulher, é apresentar o trabalho destas sete artistas residentes na região do ABC, que expressam o interior cognitivo e emocional feminino com relação às vivências pessoais adquiridas no meio urbano, representadas em linguagens diversas. Leia +.

via Farol Comunitário

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Que o mundo acabe em Crème Brûlée… »

…2012 está próximo, mas antes que a data fatídica chegue, ainda dá tempo de comer potes e potes de crème brûlée.

Receitas de crème brûlée existem aos potes (ops…inventei uma expressão nova) – alguns usam somente creme de leite, outros o misturam ao leite, tem quem coloque mais ou menos açúcar, etc, etc. Para mim, a receita perfeita está nas próximas linhas. Leia +.

fonte: Blog do Bergamo

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